A Prefeitura de Santa Helena de Goiás, por meio da equipe de saúde bucal, está promovendo palestras educativas nas Unidades de Saúde com foco na conscientização sobre o câncer bucal. A iniciativa visa orientar a população sobre os fatores de risco, sinais de alerta, diagnóstico precoce e tratamento da doença.A partir da próxima semana, as ações serão estendidas às escolas e ao asilo, fortalecendo o compromisso com a promoção da saúde e a prevenção.
Maio Vermelho: Santa Helena de Goiás intensifica ações de prevenção ao câncer bucal
Victor Hugo diz que aliança do PL com Caiado avança em Goiás
Uma aliança do PL com o governador Ronaldo Caiado em Goiás está em avanço, garante o vereador Vitor Hugo (PL). Ele deu a declaração após encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, nesta quarta-feira (14/5). Segundo ele, a possibilidade da união cresceu em consequência de acontecimentos recentes. O recuo do PL na ação de pedido de inelegibilidade do governador, falas do vice-governador Daniel Vilela e da primeira-dama Gracinha Caiado e a declaração de Caiado sobre a intenção de anistiar Bolsonaro, caso seja eleito presidente, colaboram na construção desse clima favorável a um acordo, na visão de Victor Hugo, um dos políticos mais próximos ao ex-presidente. “Estamos avançando numa via de composição”, diz ele. A aliança a ser costurada passa, naturalmente, pelo lançamento de um nome bolsonarista ao Senado, em dobradinha Gracinha, na chapa encabeçada por Daniel, pré-candidato governista para disputar o Palácio das Esmeraldas. E Victor Hugo trabalha para ser essa alternativa ao Senado pelo PL, na contramão do deputado federal Gustavo Gayer, também do PL, que igualmente busca a candidatura à Câmara Alta. O acordo passou também a ser desejado pela cúpula caiadista, interessada em fortalecer a chapa para 2026. Para selar a união, porém, será necessário mais do que o aval de Bolsonaro, mas remover a resistência de Gayer e do senador Wilder Morais, preside do PL em Goiás. Os dois têm planos de concorrer nas próximas eleições e o acordo os tiraria da disputa.
Deputada Marussa Boldrin propõe política nacional para proteção emocional e combate à violência entre jovens
A deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO) apresentou o projeto de lei que institui a Política Nacional de Proteção Emocional, Educação Consciente e Combate à Violência entre Jovens chamado de “Juventude Equilibrada”. O objetivo é enfrentar os desafios emocionais, sociais e digitais vividos pelos jovens brasileiros. A proposta inédita na Câmara dos Deputados busca promover um ambiente escolar mais saudável e seguro, por meio da atualização de leis já existentes, como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), garantindo suporte socioemocional, combate ao bullying e incentivo ao uso consciente das tecnologias digitais nas escolas públicas do país. De acordo com a parlamentar, o projeto responde a um cenário preocupante: “Estamos assistindo a um crescimento alarmante de casos de depressão, ansiedade e violência entre adolescentes. Precisamos agir com equilíbrio, respeitando valores familiares e garantindo o bem-estar emocional dos nossos jovens”, afirma Marussa. Entre as principais ações previstas pelo projeto estão a inclusão de equipes multiprofissionais com psicólogos e assistentes sociais nas escolas públicas. Também a criação de programas de escuta ativa, prevenção ao bullying e cyberbullying.
Fraude no INSS: ministro bate boca com Sergio Moro no Senado
O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, e o senador Sergio Moro (União-PR) protagonizaram um bate-boca durante uma audiência na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor, do Senado, nesta quinta-feira. Os dos discutiram sobre as investigações a respeito de fraudes em descontos em aposentadorias e pensões do INSS. Durante a sessão, Wolney Queiroz afirmou que as denúncias sobre descontos indevidos em benefícios previdenciários já haviam sido feitas à Polícia Federal (PF) em 2020, enquanto Moro era ministro da Justiça. A denúncia foi revelada ontem pelo Jornal Nacional. — Ontem, por exemplo, eu estava assistindo ao Jornal Nacional e houve uma denúncia de um servidor em 2020. Um servidor, em 2020, denunciou à Polícia Federal que havia descontos indevidos, que havia fraude. Essas denúncias foram feitas em 2020, senador. Parece que vossa excelência era o ministro da Justiça nessa época. Vossa excelência fez alguma coisa para coibir essas fraudes? — questionou o ministro. O hoje senador Sergio Moro reagiu imediatamente, afirmando que as informações não chegaram ao seu conhecimento quando ele ocupava o cargo de ministro da Justiça. — Os fatos nunca foram informados a mim como foram informados a vossa excelência expressamente na reunião lá em 2023 — respondeu. Wolney pergunta se, como ministro, Moro não chegou a acompanhar as denúncias. Em resposta, Moro afirmou que as informações só vieram a público posteriormente. — Então, o que se tem presente, ministro, é que o Ministério da Previdência, do qual vossa excelência era secretário-executivo. E secretário-executivo não é exatamente alguém que não está a par dos assuntos do ministério, não fez nada — respondeu Moro. Wolney Queiroz sugeriu que Moro tinha a obrigação de estar mais informado sobre fraudes enquanto ministro da Justiça. — Senador, eu não queria ficar aqui nesse bate-boca com vossa excelência, mas vossa excelência, como ministro da Justiça, tinha muito mais obrigação de saber do que eu como secretário-executivo. Moro, por sua vez, acusou o atual governo de tentar transferir a responsabilidade das irregularidades para gestões anteriores. Entenda a investigação do INSS A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram no fim de abril uma megaoperação para combater descontos não autorizados em aposentadorias e pensões pagas pelo INSS. O chefe do órgão, Alessandro Stefanutto, foi afastado do cargo por decisão judicial e depois demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A operação, que envolveu centenas de policiais e auditores, foi autorizada pela Justiça do Distrito Federal para combater um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. As investigações apontam que a soma dos valores descontados chega a R$ 6,3 bilhões, entre 2019 e 2024, mas ainda será apurado qual porcentagem foi feita de forma ilegal. As investigações apontaram que havia descontos sobre valores pagos mensalmente pelo INSS como se os beneficiários tivessem se tornado membros de associações de aposentados, quando, na verdade, não haviam se associado nem autorizado os descontos. Após a operação, o governo suspendeu todos os acordos que previam desconto nas aposentadorias.
Habemus Papam! Novo líder da Igreja Católica é Americano
O novo papa da Igreja Católica foi anunciado nesta quinta-feira, 8 de maio de 2025. O cardeal norte-americano Robert Francis Prevost, de 69 anos, foi eleito como o 267º sucessor de São Pedro e adotou o nome de Leão XIV. O anúncio foi feito pelo cardeal protodiácono Dominique Mamberti, que proclamou o tradicional “Habemus Papam” da sacada da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Prevost nasceu em Chicago e iniciou sua carreira acadêmica na área de matemática antes de ingressar na vida religiosa aos 22 anos. Ele é poliglota e ingressou na Ordem dos Agostinianos, realizando missões no Peru a partir de 1985. Em 2014, retornou ao país sul-americano e obteve a cidadania peruana no ano seguinte. Sua trajetória é marcada por uma abordagem pastoral moderada e uma perspectiva global, características que o destacaram entre os cardeais eleitores. A eleição ocorreu após quatro rodadas de votação no conclave, com a fumaça branca surgindo da chaminé da Capela Sistina às 13h07 (horário de Brasília), sinalizando a escolha do novo pontífice. A Praça de São Pedro reuniu mais de 20 mil fiéis que celebraram emocionados o anúncio. Leão XIV sucede o papa Francisco, que faleceu em 21 de abril de 2025, aos 88 anos, vítima de um AVC e insuficiência cardíaca. A eleição de Prevost marca a continuidade de um período de reformas e abertura na Igreja Católica, iniciado por seus predecessores.
Casa de Apoio da Prefeitura de Santa Helena acolhe pacientes 24h em Goiânia
Serviço oferece alimentação, segurança e hospedagem a moradores em tratamento médico. A Prefeitura de Santa Helena de Goiás mantém, em Goiânia, uma Casa de Apoio com funcionamento 24 horas por dia, voltada para moradores do município que realizam tratamento médico na capital. O espaço oferece refeições diárias, quartos confortáveis e segurança com presença da Guarda Civil Municipal. Além da infraestrutura, a Casa conta com equipe preparada para atender com respeito e acolhimento. A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com o bem-estar dos santelenenses.
Projeto que propõe ampliar número de deputados avança e Goiás pode ganhar mais uma vaga
Avança na Câmara dos Deputados o projeto de lei complementar (PLP) 177/2023, que pode ampliar o número total de cadeiras na Casa e beneficiar estados como Goiás. Com urgência já requerida, a proposta atualiza a distribuição de deputados federais conforme a população dos estados, corrigindo distorções que se arrastam há décadas. A medida atende a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou ao Congresso a votação de uma nova lei até 30 de junho de 2025. O processo foi motivado pelo Pará, que afirma ter direito a mais quatro deputados desde 2010. Caso o Congresso não cumpra o prazo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ficará autorizado a redefinir a composição da Câmara, com validade a partir de 2027. Goiás, que tem hoje 7,05 milhões de habitantes, possui apenas 17 deputados federais — menos que o Maranhão, com 6,77 milhões de habitantes e 18 deputados. A mesma discrepância ocorre na Assembleia Legislativa: 41 deputados goianos contra 42 maranhenses. Com a aprovação do PLP 177/2023, Goiás deve conquistar ao menos uma nova cadeira na Câmara e outra na Assembleia Legislativa, reforçando sua representatividade política. A proposta, apresentada pela deputada Dani Cunha (União-RJ), assegura que nenhum estado perderá cadeiras e autoriza o aumento do número total de parlamentares dos atuais 513 para até 527. A ideia é evitar disputas entre bancadas e garantir que o reajuste ocorra de forma equitativa, respeitando o crescimento populacional e fortalecendo a voz de estados sub-representados como Goiás.
Ronaldo Caiado celebra federação com PP e reforça caminho para disputar presidência
Em carta aberta divulgada nesta terça-feira (29), o governador Ronaldo Caiado (UB), em recado direcionado aos filiados do Partido Progressistas (PP), reforçou seu compromisso em levar adiante a federação entre os pepistas e o União Brasil. Ele reforçou que o agrupamento que se tornará uma super-legenda partidária tem tudo para lançar uma pré-candidatura à presidência da República e lembra que seu nome já está à disposição. A carta antecede a formalização oficial da Federação entre União Brasil e Progressistas, marcada para a tarde desta terça-feira (29), em solenidade na Câmara dos Deputados, em Brasília. Com 109 deputados federais e 14 senadores, a nova federação, batizada informalmente de União Progressista, se torna a maior força político-partidária do país. Na mensagem, Caiado defende que a federação abre caminho para uma candidatura própria à presidência e sugere que o grupo adote uma postura de afastamento em relação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “É chegada a hora de colocarmos mãos à obra. Debater os próximos passos, pensar numa postura de afastamento do Governo Federal, um governo que, definitivamente, não consegue atender aos anseios do nosso povo”, escreveu. A declaração é também um recado à ala do União Brasil mais próxima ao Planalto, representada por nomes como o ministro do Turismo, Celso Sabino, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A construção da aliança contou com a articulação de lideranças como o senador Ciro Nogueira (PP-PI), o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, que teve papel decisivo no convencimento de Caiado. Inicialmente contrário à federação, o governador goiano aceitou o projeto após garantir autonomia para tocar sua pré-candidatura à presidência, com a meta de alcançar 10% nas principais pesquisas eleitorais até o fim do primeiro quadrimestre de 2025. Caso não atinja esse patamar, terá a prerrogativa de indicar o nome do vice na chapa da federação. A carta representa, portanto, uma mudança de postura e sinaliza seu engajamento direto no projeto nacional. Na carta, Caiado se posiciona como alternativa ao bolsonarismo e ao lulismo, apostando em um projeto conservador, liberal na economia e crítico à polarização. “Com humildade, coloco-me à disposição para ser uma alternativa que represente a mudança que tanto desejamos”, destaca o governador. “Com independência e determinação, construiremos uma plataforma sólida de mudança”, completou.
Por 6 a 4, STF mantém prisão do ex-presidente Fernando Collor
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira (28), por 6 votos a 4, manter preso o ex-presidente Fernando Collor de Mello, condenado a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro em um processo derivado da Operação Lava Jato. A prisão de Collor foi ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes na quinta-feira (24). A decisão monocrática foi levada a referendo dos demais ministros no dia seguinte, quando formou-se a maioria de 6 a 0 para manter a determinação. Concordaram com o relator, formando a maioria para manter a prisão, os ministros Flávio Dino, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Dias Toffoli. O julgamento chegou a ser interrompido por um pedido de destaque – remessa a julgamento presencial – do ministro Gilmar Mendes, mas ele recuou no fim de semana, permitindo a continuidade da votação em sessão virtual extraordinária marcada para a segunda-feira. O placar final foi alcançado algumas horas antes do fim da sessão de julgamento, encerrada às 23h59 desta segunda-feira. Todos os quatro ministros que votaram por último opinaram pela soltura do ex-presidente – André Mendonça, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Nunes Marques. O ministro Cristiano Zanin se declarou impedido de participar do julgamento por ter atuado como advogado em processos da Operação Lava Jato antes de chegar ao Supremo. Nos votos pela soltura de Collor, os ministros entenderam que um último recurso do ex-presidente ainda deve ser julgado pelo plenário, antes que ele possa ser preso para cumprimento de pena. Esse mesmo recurso havia sido considerado “protelatório” por Moraes, que o desconsiderou ao determinar a prisão para cumprimento de pena. Moraes seguiu diversos precedentes do próprio Supremo, ao considerar protelatório um embargo infringente, um recurso cabível quando há ao menos quatro votos divergentes em um julgamento. Os quatro ministro que votaram pela soltura, contudo, destacaram que houve quatro votos divergentes acerca do cálculo da pena de Collor, motivo pelo qual o embargo infringente do ex-presidente não poderia ser considerado protelatório, isto é, uma estratégia da defesa com o objetivo apenas de adiar a prisão. Ao votar para que o embargo seja julgado, Gilmar Mendes argumentou que “a temática não se encontra pacificada na jurisprudência do STF de modo a autorizar a conclusão de que os embargos infringentes seriam meramente protelatórios”. “Anoto, assim, ser o caso de superar o entendimento alcançado nos referidos precedentes e conhecer dos embargos infringentes”, afirmou. Por que Fernando Collor foi preso? Fernando Collor foi preso após ser condenado a oito anos e dez meses de prisão em regime fechado por envolvimento em um esquema de corrupção na BR Distribuidora, revelado durante as investigações da Operação Lava Jato. Segundo a decisão judicial, o ex-presidente teria recebido cerca de R$ 20 milhões em propinas. Em troca, ele atuaria para favorecer contratos entre a estatal e a empresa UTC Engenharia, especialmente para a construção de bases de armazenamento e distribuição de combustíveis. A ordem de prisão imediata foi emitida por Alexandre de Moraes após a rejeição do segundo recurso apresentado pela defesa do político, esgotando as possibilidades de contestação na esfera judicial. De acordo com os advogados de Collor, o ex-presidente foi abordado por agentes federais por volta das 4h da manhã e conduzido à Superintendência da Polícia Federal na capital alagoana. A expectativa é de que ele seja transferido para Brasília ainda hoje para iniciar o cumprimento da pena determinada pelo STF. Collor foi presidente do Brasil entre 1990 e 1992, tendo renunciado em meio a um processo de impeachment por corrupção. Após décadas de reclusão parcial da vida pública, ele retornou à cena política como senador por Alagoas, cargo que ocupou entre 2007 e 2023. Seu nome, porém, voltou a ser ligado a escândalos, culminando na condenação pelo STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso que envolveu contratos da BR Distribuidora.
Gracinha Caiado reúne primeiras-damas e gestores de municípios goianos para fortalecer ações do Goiás Social
A primeira-dama do estado e coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, liderou nesta quarta-feira (24/4) o primeiro encontro virtual de 2025 com primeiras-damas e gestores sociais dos municípios goianos. A reunião contou com a participação de mais de 280 representantes e teve como foco o fortalecimento das parcerias para ampliar o alcance das ações sociais no estado. Gracinha destacou que o sucesso do Goiás Social, considerado o programa social mais bem avaliado da história de Goiás, se deve à atuação conjunta entre Estado e prefeituras., estruturando uma rede de cuidado em todos os cantos do nosso estado”, afirmou. Ao lado da diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado, e do secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, a coordenadora apresentou resultados expressivos: só em abril, 746 trabalhadores do SUAS de 166 municípios participaram de oficinas técnicas, somando mais de 2.200 certificações. Ela também anunciou a nova edição da campanha Aquecendo Vidas, que distribuirá 105 mil cobertores antes da chegada do inverno, com investimento superior a R$ 5 milhões. Outra ação de destaque é o programa Olhar para Todos, que oferece atendimento oftalmológico gratuito à população e estudantes da rede estadual. Desde 2022, o Goiás Social já promoveu mais de 1,6 milhão de atendimentos em ações itinerantes. “Temos uma grande missão em 2025, e vamos realizar juntos, com cada liderança que acredita na força da escuta e da parceria”, concluiu Gracinha.


